Apesar do elenco de luxo, a adaptação para cinema de “A Odisseia”, de Homero, desilude. Após receber o reconhecimento da Academia em “Oppenheimer”, Nolan parece querer contrabalançar o grande espetáculo com um aparato académico que se confunde com sisudez. Um cineasta a cair nas poças da vaidade, a anos-luz da marca de estilo que criava em filmes como “Memento” ou “Insónia”